Educação Estética

De maneira imediata, a palavra estética refere-se ao sensível, ao perceptível, ao sensual. Falar, então, de Educação Estética, é o mesmo que falar em educação da sensibilidade humana em aprendizado. É claro que isso não é qualquer coisa. Pelo contrário, é algo que toca o cerne da condição humana passada e presente. Portanto, algo da ordem dos acontecimentos vivenciados e não apenas daqueles fantasiosos. Em toda a História da Estética sempre houve essa busca pela Beleza Estética.

Somos por natureza seres estéticos, isto é, sensíveis. Portanto, a Educação Estética não é algo que se presta para regular o comportamento pela limitação dos padrões estabelecidos e dominantes de gosto, e sim algo essencial à existência efetiva dos seres humanos. A Educação Estética, não se limita ao supérfluo e fugaz, mas sim o campo onde a experiência humana alcança o seu supremo grau de realização. Algumas buscam através de Clínicas de Estética e de Cirurgias Plásticas o que falta para se sentirem bem.

Dessa Forma, a Educação Estética deverá orientar-se pela multiplicidade das potencialidades humanas e não pela uniformidade. Isto requer uma atitude crítica de base, capaz de acionar o aprendizado das diferenças. De nada adianta uma Educação Estética que não saiba valorizar a pluralidade das possibilidades de beleza e altivez dos grupos humanos historicamente enraizados em suas tradições e rituais próprios. Mas não é só buscar uma Clínicas de Estética, há a necessidade também de se conhecer os profissionais da clinica para saber se são realmente bons.

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